quarta-feira, 5 de maio de 2010

Repensando...

Após os questionamentos da tutora Cátia,fiz algumas reflexões importantes.

Fui questionanda a pensar que tipo de aluno quero formar? Quero que meus alunos sejam sujeitos capazes de transformar o lugar onde vivem,que sejam critícos e capazes de argumentar em favor daquilo que pensam,dessa forma precisei olhar para minha prática e pude perceber que eu mudei desde o início de minha jornada até agora.
Acredito que a educação não é só o conteúdo, o aluno tem que estar pronto para a vida ,desta forma o papel do professor hoje é ensinar para a vida, para que seus alunos sejam capazes de ser autores de sua própria história ,que consigam pensar por suas cabeças e que não comprem idéias feitas.Que lutem por seus ideiais e persistam em seus sonhos ,isso é que qué ser autonomo em minha opinião.

Sei que essa transformação não acontece de uma hora para outra,mas se em meu estágio conseguir plantar uma sementinha já terá valido a pena.
Essa semente se planta,dando oportunidades para que o aluno reflita ,questione, explore, seja capaz de argumentar frente aquilo que lhe é proposto,seja capaz de pensar além daquilo que está no livro...

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Diversidade


Meu projeto de trabalho no estágio é sobre diversidade,já iniciadas as atividades venho conseguindo alcançar meus objetivos com a turma.Acredito que esse tema é propicio pra se falar em educação que transforma ,no momento em que levamos nosso aluno a pensar sobre as coisas que o rodeiam estamos também fazendo com que reflitam sobre isso e que sejam autores de transformação social.

A prática e a teoria freiriana,fundamentam-se em uma ética inspirada,na realação "homem-no-mundo", ou seja estar no mundo e na construção do seu"ser-no-mundo-com-os-outros",isto é ser capaz de se relacionar com as pessoas e a sociedade.(Freire,2001).

Com essa temática espero levar os alunos a criar e recriar o mundo a partir de suas experiências,acredito que a educação libertadora, transformadora faz com os alunos sejam reconhecidos como autores de sua história,que se aproriam dela na busca de uma sociedade mais justa e igualitária.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Educação Transformadora

Durante o planejamento do estágio pensei em várias questões que norteiam minha prática pedagógica e para isso tive que olhar pra mim e perceber que tipo de aluno eu quero formar.
Nesse processo me identifiquei com as ideias de Paulo Freire,que defende uma educação Libertadora, onde tanto professores quanto alunos devem ser os que aprendem, nessa concepção acredito que é possível transformar as pessoas pela educação.
Acredito que o professor seja um mediador entre o aluno e o objeto de conhecimento, que instiga o aluno a resolver conflitos, a buscar a autonomia necessária para o processo de construção da aprendizagem.
Dessa forma pretendo levar o meu estágio e minha prática para vida toda!

Início do Estágio

Essa semana comecei meu estágio,em turma de 4 ª sérei do ensino fundametal.
Cheia de expectativas ,e os nervos a flor da pele, mas, quando as ideias começaram a vir e foram sendo colocadas no papel as coisas começaram a fluir e pude com muita clareza observar todo o aprendizado que ao longo do curso adquiri.
A partir ds realidade que pude observar na turma consegui elaborar um plano de trabalho que acredito que vai fazê-los pensar e construir questionamentos sobre a temática que é DIVERSIDADE!
Bom...Vamos lá é só o início da caminhada ...

domingo, 27 de setembro de 2009

Libras


Começamos as atividades de Libras.Nossa primeira atividade foi relatar se conhecíamos alguém surdo e como conversaríamos com uma pessoa surda.

No inicio me pareceu bem difícil responder a essa pergunta ,mas após algumas leituras percebi que para falar com uma pessoa surda precisamos manter o contato visual sempre e as expressões faciais e corporais são muito importantes para o entendimento da pessoa surda, se preciso poderemos até escrever.

Devemos levar em conta os ideias, os hábitos, as crenças, que a pessoa surda, traz consigo quando vamos nos comunicar com ela, assim como fazemos com qualquer outra pessoa.Temos que ter a sensibilidade que a cultura surda trata de como o individuo surdo modifica e torna o mundo mais acessível ajustando-o com as suas percepções visuais,então não devemos querer que ela fale como agente oralmente , isso devemos levar em conta na hora da comunicação com a pessoa surda.

Alfabetização e Letrameto


Fazendo uma reflexão de Eja e de Linguagem e Educação pude perceber o quanto a alfabetização por simples decodificação não faz sentido para o individuo que está sendo alfabetizado,tanto uma criança ou um adulto que está nessa fase precisa de significado pra compreender.
Pensando assim assim por que a instituição escolar não se preocupa com o letramento social?
A escola preocupa-se, com o letramento referente à escrita, a decodificação de letras e palavras, e muitas vezes não leva em consideração o letramento social, ou seja, aquele em que o aluno está inserido.

A escola está preocupada com ensino para promoção dentro da instituição, e fica presa a esse tipo de letramento em que a criança repete os códigos em que aprendeu nesse sentido acredito que falte um planejamento mais adequado no processo de alfabetização,onde se é levado em conta como esse individuo vive se ele escuta histórias antes de dormir se entende um rotulo,se compreende uma música se os pais em casa assistem o jornal, talvez inconscientemente os professores alfabetizadores não se dão conta que suas praticas de alfabetização poda os alunos ,já que são levados a só codificarem e não entendem o contexto social da escrita

Do mesmo modo se dá com a alfbetização de aultos ,não adianta somente ensinar a ler as letras é preciso ensinar a ler o mundo em que o individuo está, é preciso oferecer uma alfabetização critica ,onde ele possa perceber-se parte atuante da sociedade e que tem voz e vez na mesma.

A alfabetização crítica


Na atividade de Eja tinhamos que escrever uma sintese sobre o texto " A alfabetização ea pedagogia do empowerment politico " de Henry Giroux,o trabalho foi realiado em grupo e fiquei com parte sobre a alfabetização critica.


Uma alfabetização critica busca a emancipação do educando, não que isso garanta a liberdade do mesmo, mas o faz engajado e participativo na busca de sua história e futuro. O individuo alfabetizado torna-se agente na luta pela própria existência. A alfabetização pode servir na tomada de decisões em uma sociedade democrática que não fica submissa aos desejos dos ricos e poderosos.
Escolas e professores precisam desenvolver uma alfabetização onde alunos recuperarem suas próprias vozes, de modo que possam tornar a contar suas próprias histórias e, ao fazê-lo"conferir e criticar a história que lhes contam em comparação com a que viveram”


"..a alfabetização crítica significa fazer com que a individualidade de cada um esteja presente como parte de um projeto moral e político que vincula a produção do significado à possibilidade da ação humana, comunidade democrática da ação social transformadora" ( Giroux )

Ser alfabetizado não é só codificar letras e palavras, ser alfabetizado é poder entender o mundo ,é uma pré condição para a libertação da sociedade da opressão da classe dominante.É poder entender seu mundo e do outro e assim poder agir sobre ele e transformá-lo.